Gostei da adaptação de "Budapeste", de Chico Buarque, especialmente por manter a tensão entre o 'eu' e o 'outro' inerente à profissão de José Costa: escritor-fantasma (ghost writer). Contudo, mesmo a fotografia honesta, o que não poderia faltar num filme de Walter Carvalho, e a boa interpretação dos atores não cria um elo forte com o espectador, fazendo de "Budapeste" um filme apenas justo com a obra que adapta.