The deterioration of a small community in Fogo Island is forcing its inhabitants to leave and resettle. Places once occupied by humans are now becoming part of the tundra landscape. In spite of a condemn future, there are some residents who decide to remain, holding on to their memories and grieving for the past, when life in Fogo was different. —Quinzaine des Réalisateurs
O frio, os homens, os cães... Não há nada além disso. Nada além dessa deterioração. Desse crepúsculo da civilização na ilha de Fogo, onde todos partiram e poucos ficaram. E que a jovem Yulene Olaizola apenas registra, sem historia, sem enredo. Uma coletânea de imagens de um futuro condenado, desolado, apegado à memória e ao passado. Tudo muito simples e... cansativo
Mesmerisingly oblique quasi-Herzogian tone poem that stops at just the right moment.