This film follows the reflections of Verônica, a recently graduated medical student going through a time of uncertainty. She questions not only her career choices, but also her most intimate bonding and even her ability to cope with life in contemporary urban Brazil. –TIFF
"Era Uma Vez Eu, Pós-modernidade". Nem o roteiro fraco e os elementos redundantes beirando o amadorismo desse filme me incomodaram mais do que o discursinho do mal-estar pós-modernista resolvido na base do gozo ilimitado e da estabilidade financeira. Retrato vergonhoso desse capitalismo "livre", individualista e de uma humanidade das diferenças etiquetadas. Horrível.
A história de Verônica às vezes aparenta ser um drama adolescente: não sei o que quero, quem eu quero, se eu quero. Nem por isso é ruim, as conclusões são interessantes. Mas, olha: deixou a desejar.
livre para o sexo e aberto para as dúvidas que habitam a cabeça de qualquer pessoa, a história nos deixa à vontade para aceitar que não fazemos a mínima ideia do que queremos para nossas vidas.
A director I once praised and some actors that I really really respect in a lame excuse for a film. How can someone go from a near-masterpiece to such an amateurish film like this, I do not have the answer. I know all that fucking and sucking have is important to know the emptiness of the main character, but it is just done in the wrong way. What a soulless moving picture that was.