sofia
10Mar12
um conceito interessante, passa-se uns bons momentos, e quanto mim o fim até nem foi o mais óbvio. Opiniões...
Um desfecho bastante surpeendente e com uma estrutura de argumento ligeiramente diferente dos antecessores.
Brilhante final de puro terror como nunca vi antes. É caso para dizer que o original é sempre melhor.
Um filme que ensina que muitas o destino é apenas opções que tomamos na vida. Mas também muito mais que isso...
Mais um filme de Tim Burton com o seu sempre preferido actor. Contudo, a relação já começa a ficar muito parecida de um filme para o outro. Vale-lhe o público fiel.
Não tem muito argumento e peca um pouco nos efeitos especiais, mas serve para entreter.
Comédia Sci Fi com imaginação quanto baste para entreter.
Uma obra poderosa que tem linguagem cinematográfica ao serviço da arte do cinema na sua capacidade de criar sensações. O filme contêm um dos desenlaces mais intensos que já vi no cinema. Um filme obrigatório.
Estava à espera que o filme possuísse na sua estrutura pormenores mais interessantes do ponto de vista dos VFX. Mais uma vez, o que aconteceu é que o trailer criou expectativas, que o filme acabou por desiludir. No entanto, merece ser visto.
Um filme de sonhos, sacrifícios e com a mensagem implícita do difícil papel da mulher nos inícios do século XIX.
Género de terror, com algumas características que o fazem ser original na sua estrutura. Tem momentos de autêntico terror emocional e o guião é surpreendentemente incerto nas conclusões que tentamos obter do filme. Fiquei bastante surpreendido pela positiva, num filme que inicialmente me parecia ser mais um de puro entretenimento.
Esperava um pouco mais do filme, principalmente pelo que vi no trailer. Aí pareceu-me ser bastante interessante a estética criada pelos VFX. Que no fundo até nem são maus na criação do ambiente Sci Fi. Contudo, o argumento perde-se num guião pobre e personagens tipicamente obsoletas neste tipo de filme. Poderemos dar algum mérito ao desenlace, que foi a única coisa que me surpreendeu pela positiva.
Interessante pelo futuro burguês/feudal e a decadência da raça humana.
Pouco a dizer. Não acrescenta nada de novo e creio que a adaptação tanto do primeiro filme como deste retiram o espírito criado pela banda desenhada.
Uma representação do estado psicológico que uma criança pode sofrer com a negação por parte de quem ama, isto é, o seu pai. Também nos refletir sobre a vulnerabilidade que uma criança neste estado pode sofrer e como as más influências podem ser perigosas. Por outro, lado demonstra que o lado humanitário é capaz de vencer sempre nos momentos mais sensíveis. Um bom filme para refletir sobre tudo o que disse acima.
Um verdadeiro blockbuster e os efeitos especiais até dão uma visualização estética interessante ao filme. Também gostei bastante do argumento e a imaginação Sci Fi que o mesmo contém.
O filme é a representação pessoal e emocional em várias vertentes do colapso económico dos E.U.A: a dos protagonistas, a dos espaços, a dos contextos, os momentos e as conversas que todos os intervenientes tiveram no papel direto ou indireto daquele processo. E também como sentiram como o colapso da Crise do subprime contribuiu para o arrebentamento da bolha financeira em 2008 e se arrastou pelo resto do mundo.
Tem um enredo bastante interessante.
Um filme com um guião muito bom. Apreciei muito os pormenores da linguagem cinematográfica, nomeadamente as técnicas com a câmara de filmar. O ambiente criado também é uma mais valia, já que se passa num espaço interior, isto é, uma casa com iluminação perfeita para a experiência. A cenografia também é consistente com o filme. E o que mais gostei foi a banda sonora que está muito bem sincronizada e o desenlace.
O filme está engraçado com a mistura de ação com humor. Porém, sofre no argumento porque é demasiado óbvio o desenlace do filme. E a interpretação dos protagonistas também deixa muito a desejar.
O género do horror é marcado por poucos diálogos e um reforço nos sons de forma a criar a experiência, neste caso o susto e arrepio. Considero que neste filme aquele aspeto está muito bem conseguido. Por outro lado é interessante ver Daniel Radcliffe protagonizar um papel diferente daquele que o despoletou para a fama mundial, isto é Harry Potter.
Mais do mesmo, mas é mesmo isso as sequelas.
Um filme perturbador, grotesco e nojento. Explora a vida pessoal de uma mente perturbada, que acabaria por ser tornar um serial killer. Fez-me lembrar Bowling For Columbine ou Elephant. Mas este é ainda mais arrepiante porque mostra toda a personalidade de um assassino que nasceu com esse desequílibrio de forma inata e ve a figura da mãe como alguém que odeia e ama.
Um documentário extraordinário sobre um homem, Vick Muniz, com uma arte muito particular e original. Mas mais importante ainda é um documento sobre uma realidade brasileira e focado no espírito humano dos catadores (pessoas que trabalham com material reciclável, no maior aterro do mundo situado no Rio de Janeiro). Aquilo que nos distingue dos animais é a nossa humanidade e isso está bem patente neste documentário.
Um filme com estrutura diferente daquilo que estamos habituados. Uma aproximação entre cinema e vídeo jogos na narração da estória. Visualmente aproxima-se aos comics americanos (Marvel) e aos manga japoneses. Um respirar diferente na inalação hegemónica de Hollywood.
Depois de ter visto The American e Up In The Air quase de seguida a este, sinto-me influenciado ao considerar que esta não é a melhor interpretação de George Clooney. No entanto, não é de desfavorecer a sua perfomance neste filme intenso e humorístico.
Realmente Woody Allen é uma figura obcecante em contar narrativas que acontecem em cidades marcantes. Neste caso particular, inspirou-se na Paris dos anos 20, coberta de artistas, para refletirmos sobre o nosso ego e alter ego. A melhor mensagem que fica é que não existe tempo melhor do que aquele em que estamos vivos, mesmo que não vivamos momentos e acontecimentos marcantes da história.
Num tempo em que a película está a perder terreno para o digital, onde o 3D invadiu o cinema como uma praga, a coragem para fazer um filme com esta estrutura já é de si admirável. O filme é uma experiência que nos remonta para o cinema mudo e nos emociona de uma forma profunda e introspetiva. Não me recordo de uma outra vez em que a mis en scene fosse capaz de ser o verdadeiro do foco, nomeadamente a sua soundtrack.
Estava à espera de um filme mais qualitativo, analisando a onda de falatório que o mesmo originou. É um thriller, mas não trás nada de novo ao género.
Um filme surpreendente com uma interpretação soberba de George Clooney. Um argumento carregado de emoção que experiencia momentos de reflexão pessoais e profissionais. A banda sonora enquadra bem o ambiente para os múltiplos planos preenchidos comuma ótima fotografia. A composição do filme é um enquadramento perfeito entre a vida e o trabalho, onde muitas vezes o espaço que os separa está vazio e deve ser preenchido.
Mais um grande filme de Almodóvar que denota as suas marcas de autor.