A consciência da singularidade guia para a crença da incapacidade de sermos inteiros. Na natureza, a insatisfação para com nossa própria condição (presos no meio) gera a necessidade da luta que expressa a vulnerabilidade daquele que crê negá-la pelo confronto. A Graça é permissiva e doadora. Natureza e Graça dançam no seio da existência, chocando-se ocasionalmente. Enquanto o amor sorri através de todas as coisas.