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Leviathan
Um poema onde a câmera é arremessada, lavada, inundada. Um objeto estranho em um meio estranho. Caótico no jogo de luz e sombra. Em imagens escassas, confusas. Um relance a planar, a rodopiar, a circundar, em torno da serpente de ferro. Sob. Sobre. Dentro. Fora. De dia. De noite. Em um ilusório plano sequencia, encharcado pela água, pelo sal, pelos peixes. O resultado, sim, é monstruoso.