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Na Argélia francesa, o agricultor Ahmed, que testemunhou a fome e a seca sob o regime colonial dos anos 1930, passa por um despertar político. Ao longo das décadas seguintes, ele se envolve cada vez mais na resistência. Sua luta reflete a resiliência de uma nação às vésperas da independência.
Com este épico monumental, Mohammed Lakhdar-Hamina tornou-se o primeiro, e ainda único, diretor africano a vencer a Palma de Ouro. Movido pela violência colonial na Argélia, o fervor revolucionário surge não como uma chama isolada, mas como um incêndio devastador de fúria coletiva.