Quando Lars von Trier foi aceito na Faculdade Nacional de Cinema da Dinamarca no final dos anos 1970, ele alega ter pintado com spray uma parede na instituição com as palavras insolentes “a escola de cinema morreu”. Nas quatro décadas desde então, o diretor dinamarquês continuou sua dança destemida sobre o túmulo da sabedoria recebida, criando um cinema que se afirma a cada novo...